segunda-feira, 3 de junho de 2013

A espera torna tudo mais gostoso.


Esperar, na medida certa, por uma boa notícia, pelo primeiro beijo com aquela pessoa especial, por um presente que se quer muito, por uma boa recompensa… Torna tudo mais prazeroso, não é verdade? Só que nos dias atuais o prazer da ansiedade de saber que algo vai acontecer, mas que ainda não aconteceu, é mais difícil de sentir! Estamos na Era da Informação e por causa da internet, tudo ficou pra já, e informações não correm, VOAM de um lado para o outro, somos bombardeados por notícias a todo minuto. Apertando apenas um botão conversamos com o amigo do outro lado do mundo…



Tá, vai… muita coisa melhorou! Mas que dá uma saudadinha dos velhos tempos em que a gente corria para verificar a caixinha do correio, dá! Então que tal deixar a pressa de lado e mandar uma carta para um amigo que está longe? Muitas pessoas ainda nem sabem como mandar uma carta, mas aí é só levar aos Correios que lá tem as instruções! Por cartas dá para mandar um cheirinho, uma lembrancinha, uma foto para pendurar na parede! A carta aproxima devagar, do jeitinho dela: é um pedacinho da pessoa que está ali, afinal, ela segurou o lápis e papel com as próprias mãos para contar as novidades. E, vamos combinar, não existe nada mais gostoso que esperar boas notícias que você sabe que virão!



Mande cartas, mande postais, mande um “pedacinho seu” da forma antiga. Quem receber vai adorar!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Dicionário feito por crianças revela a adultos um mundo que já esqueceram


Um professor colombiano passou dez anos coletando definições de seus alunos e, como resultado, obteve um dicionário com verbetes ao mesmo tempo puros, lógicos e reais

OS VERBETES

Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (Andrés Felipe Bedoya, 8 anos)
Ancião: É um homem que fica sentado o dia todo (Maryluz Arbeláez, 9 anos)
Água: Transparência que se pode tomar (Tatiana Ramírez, 7 anos)
Branco: O branco é uma cor que não pinta (Jonathan Ramírez, 11 anos)
Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos (Luis Alberto Ortiz, 8 anos)
Céu: De onde sai o dia (Duván Arnulfo Arango, 8 anos)
Colômbia: É uma partida de futebol (Diego Giraldo, 8 anos)
Dinheiro: Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos (Ana María Noreña, 12 anos)
Deus: É o amor com cabelo grande e poderes (Ana Milena Hurtado, 5 anos)
Escuridão: É como o frescor da noite (Ana Cristina Henao, 8 anos)
Guerra:Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz (Juan Carlos Mejía, 11 anos)
Inveja: Atirar pedras nos amigos (Alejandro Tobón, 7 anos)
Igreja: Onde a pessoa vai perdoar Deus (Natalia Bueno, 7 anos)
Lua: É o que nos dá a noite (Leidy Johanna García, 8 anos)
Mãe: Mãe entende e depois vai dormir (Juan Alzate, 6 anos)
Paz: Quando a pessoa se perdoa (Juan Camilo Hurtado, 8 anos)
Sexo: É uma pessoa que se beija em cima da outra (Luisa Pates, 8 anos)
Solidão: Tristeza que dá na pessoa às vezes (Iván Darío López, 10 anos)
Tempo: Coisa que passa para lembrar (Jorge Armando, 8 anos)
Universo: Casa das estrelas (Carlos Gómez, 12 anos)
Violência: Parte ruim da paz (Sara Martínez, 7 anos)
A Feira do Livro de Bogotá, que aconteceu no final de abril, teve como maior sucesso um livro chamado “Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças”. Mais especificamente, uma parte dele: um dicionário feito por crianças que traz cerca de 500 definições para 133 palavras, de A a Z.
Apesar de lançado originalmente em 1999, o livro foi reeditado neste ano. Javier Naranjo, o autor, conta que compilou as informações durante dez anos enquanto trabalhava como professor em diferentes escolas do estado de Antioquía, região rural do leste do país.
A ideia surgiu quando, em uma comemoração do Dia das Crianças, ele pediu que seus alunos definissem a palavra “criança”. O resultado encantou o professor – uma das definições era “uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir mais cedo”. A partir daí foram surgindo novas definições, que eram sempre anotadas e guardadas.
Para ele, as crianças têm uma lógica diferente, uma maneira própria de entender o mundo e de revelar muitas coisas que os adultos já esqueceram. É assim que, no peculiar dicionário, o adulto é uma “pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro de si”,  água é uma “transparência que se pode tomar”, um camponês “não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos” e a Colômbia é “uma partida de futebol”.
Confira no box ao lado alguns dos verbetes encontrados no livro.
Com informações da BBC Mundo.
reprodução
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O professor com algumas de suas crianças. no total foram quase 500 definições para 133 palavras diferentes captadas em dez anos de aulas.

Fonte: CatracaLivre

terça-feira, 14 de maio de 2013

Um filme, uma ideia e uma nova perspectiva.


O filme é de 2000, o livro é um pouco anterior, mas o tema nunca deve ser esquecido! Você já viu ou leu A Corrente do Bem? Se não, corra pra ver.

A Corrente do Bem conta a história de um jovem que acredita que é possível mudar o mundo a partir da ação voluntária de cada um.
Tudo começa quando o professor Eugene Simonet (Kevin Spacey), sem muitas pretensões, passa um trabalho aos alunos: pensar em um jeito de mudar nosso mundo e colocar isso em prática.
E não é que o estudante Trevor Mckinney (Haley Joel Osment) leva a sério o exercício, e sugere algo que pode ser realmente transformador? A ideia recebe o nome de corrente do bem e é baseada em três premissas: fazer por alguém algo que este não pode fazer por si mesmo, fazer isso para três pessoas e cada pessoa ajudada fazer isso por outras três. Assim, a corrente cresceria em progressão geométrica: de três para nove, daí para 27 e assim sucessivamente.
Com esta sugestão em mente, o garoto começa a espalhar o bem pelo mundo, e até o seu mundinho, bastante complicado – com uma mãe striper (Helen Hunt) e um pai ausente – começa a sentir os efeitos desta transformação.

Não parece simples? Que tal botarmos A Corrente do Bem em prática? 
Faça o bem, colha o bem.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Sorria!

Sorrir não é a melhor coisa do mundo? E o melhor de tudo isso: é contagiante! Por isso, coloque como meta a cada manhã: hoje eu vou sorrir e fazer alguém sorrir comigo! Sorria com os dentes, sorria com a alma, e seja feliz de dentro pra fora, vice-versa, de todas as formas.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

ARTE EM PAPEL POR PETER CALLESEN


É inacreditável o que o dinamarquês Peter Callesen faz com uma folha de papel A4 apenas. Suas “instalações”, como ele gosta de chamar suas esculturas de papel recortado, são de uma beleza e detalhamentos surpreendentes: castelos, caveiras, borboletas, caramujos, barcos… 
Não só as formas, mas as “sombras” também fazem parte da composição, como na caveira “olhando para trás” e relembrando seu passado de vida. É surpreendente! 

Quer conhecer mais sobre as obras dele? entre aqui!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Inovar!

Pra quem adora ficar mudando a casa sempre que tem uma oportunidade, e gosta muito mais de renovar as decoração, ai vai uma ideia simples que fica simplesmente maravilhoso!
Que tal colorir o seu lar, doce lar, com flores? Mas não é só isso… O legal é unir flores + garrafas! Podem ser garrafas de leite, água e outras bebidas. Existem muitas com design totalmente inusitado por aí, e a opção de cores então… Nem se fala!


Você reutiliza um material que normalmente seria colocado no lixo, ajuda a saúde do meio ambiente, e ainda deixa a casa mais bonita, e mais decorada.
Simples, barato e fácil! Crie seus arranjos engarrafados e conte pra gente como ficou.


terça-feira, 26 de março de 2013

Qual é o seu grau de dependência do Facebook?

Uma leitura rápida no perfil de alguém no Facebook nos dá hoje a medida dos relacionamentos e do comportamento em sociedade. As relações que se estabelecem na rede virtual, justamente por serem fáceis, podem também ser frágeis. As ações não requerem muito mais do que um clique para deletar alguém da sua rede de relacionamentos, e isso parece mais simples e menos difícil de lidar do que o contato cara a cara, com todas as suas penosas interações.

 Porém, o que se faz virtualmente pode ter conseqüências reais, e não parece que as pessoas estão tendo a noção exata disso. Este mês, uma pesquisa da Universidade de Denver revelou que 40% das pessoas ouvidas evitam pessoalmente alguém que as tenha excluído do seu Facebook. E por que excluem? Os motivos são os mais simples, como excesso de posts, conteúdos irrelevantes, visões políticas ou religiosas conflitantes. Ou seja, por causa do comportamento nas redes sociais, o outro é riscado da nossa vida pessoal. Sem mais delongas, nem explicações, nem conversas. Nada de olho no olho, típico de uma amizade estável e madura. Trocando em miúdos, a interpretação é: se você me excluiu da sua rede no Facebook, é porque tampouco deseja ser meu amigo em carne e osso.

 Isso nos leva a outra pergunta: até que ponto o Facebook influencia nossas decisões, nosso modo de ser? Será o Facebook a lente através da qual temos visto o mundo? É pela internet que levantamos nossas bandeiras, sentados confortavelmente em nossos lares em vez de ir às ruas em protestos reais? É nos posts polêmicos que expomos nossos pontos de vista, comprando brigas com gente que nem conhecemos? É nessa rede social que medimos quem são nossos amigos de verdade?

 Sistemas complexos — Quem explica esse fenômeno das novas interações baseadas quase que exclusivamente no que se passa no mundo online é Niraldo Nascimento, doutorando em Ciência da Informação e professor do MBA em Modelagem de Sistemas Complexos da Universidade de Brasília. Segundo ele, as redes sociais podem ser comparadas a sistemas complexos, em que o mais importante é o volume de interações entre seus participantes, e não o número de membros. Em outras palavras, é através das mensagens trocadas que se pode analisar, inferir e até predizer comportamentos, utilizando ferramentas específicas.

Embora permitam às pessoas assumir traços de personalidade diferentes do mundo real, as redes no fundo funcionam de maneira parecida. “As pessoas passam a lidar com “avatares”, entes virtuais ou pseudo-personalidades, só que em outra dimensão. Na vida real, lidamos, igualmente, com personas, temos afetos, amores e desavenças”, diz Nascimento. E, da mesma forma, existem “jogos” de poder, persuasão, crítica, conivência, apatia, etc. – on e offline. Em resumo, dá para inferir que o comportamento nas redes sociais não está descolado do comportamento na vida real. Você pode até ser um “ente” no mundo virtual e outro diferente no mundo real, mas “ignorar os laços umbilicais inerentes ao comportamento humano em todas as esferas pode levar a falsas conclusões”, atesta o professor Niraldo Nascimento.
 Por isso, pense até que ponto você está sendo coerente com os seus comportamentos e relacionamentos no universo digital e no universo de carne e osso.

 Fonte: Exame.com