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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Entenda o que acontece no seu cérebro durante momentos de conflito

Entenda o que acontece no seu cérebro durante momentos de conflito
Os pesquisadores afirmam que normalmente não chegamos a infligir danos às pessoas que ficam ao nosso redor porque duas áreas específicas do cérebro fazem com que nós antecipemos a dor e o sentimento de rejeição social que sofremos quando nos comportamos agressivamente
 Talvez você já tenha percebido que durante brigas e discussões só conseguimos atingir um nível de agressões, sejam elas verbais ou físicas. Isso não acontece por acaso. Segundo pesquisa realizada pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, quando um ser humano ataca outro, o habitual é que os neurônios-espelho do cérebro sejam ativados para que você se coloque no lugar do seu adversário, o que evita que você magoe a outra pessoa. Esse processo é conhecido como empatia, sentimento considerado o principal inibidor da violência.

Além disso, os pesquisadores afirmam que normalmente não chegamos a infligir danos às pessoas que ficam ao nosso redor porque duas áreas específicas do cérebro, o córtex cingulado anterior e a ínsula fazem com que nós antecipemos a dor e o sentimento de rejeição social que sofremos quando nos comportamos agressivamente.

Entretanto, o mesmo estudo aponta que certos hábitos podem anestesiar a capacidade de uma pessoa de ser empática, fazendo com que ela se torne insensível ao sofrimento alheio. Os resultados da pesquisa apontam que as pessoas assistem regularmente a filmes violentos ou jogam games desse tipo têm as zonas que suprimem o comportamento agressivo menos ativas.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Reforço da memória acontece no período de ondas lentas do sono

Se você é do tipo que acha que estudar durante a noite toda é melhor para fixar conteúdos, melhor pensar duas vezes. Pesquisa recente aponta que a memória pode ser reforçada durante o período de ondas lendas do sono.

Se você está passando pelo período de provas e vestibulares, provavelmente já ouviu de algum conhecido que é melhor dormir do que virar a noite estudando para fixar os conteúdos. A afirmação é verdadeira. Embora o reforço da memória já tenha sido comprovado cientificamente, uma pesquisa recente da Universidade Brown apontou que esse processo acontece durante a fase de ondas lentas do sono, e não no sono REM, em que ocorrem os sonhos mais vívidos.


A pesquisa partiu da análise exaustiva da atividade cerebral noturna de nove participantes, com o objetivo de estabelecer uma medição de referência. Durante a segunda etapa do experimento, os voluntários tiveram de aprender uma sequência concreta de movimentos manuais. A quatro deles foi permitido dormir, enquanto os outros seis se mantiveram despertos como grupo de controle. Os dois setores tiveram de reproduzir a sequência horas depois e, de acordo com os resultados, os participantes que permaneceram acordados eram menos habilidosos e precisos na hora de executar a tarefa.

Após esse resultado, uma análise eletromagnética concluiu que as alterações cerebrais se originavam na área motora suplementar do córtex cerebral e que eram produzidas durante a fase de ondas lentas, uma fase de sono profundo que precede a fase REM, em que as ondas cerebrais são amplas e o ritmo respiratório é muito lento.

Segundo Yuka Sasaki, coautor da pesquisa, os resultados reforçam a importância de uma boa noite de sono. Para ele, o sono não é apenas uma perda de tempo, mas sim uma atividade intensiva para o cérebro, que ajuda a consolidar a aprendizagem uma vez que há mais energia disponível e as distrações são menores.





quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Exercício físico ajuda a melhorar memória, mostram pesquisas

Se você está sempre procurando formas de melhorar a capacidade da memória, talvez seja hora de investir na prática de exercícios físicos. Pesquisas apontam que tanto a memória de curto, quanto a de longo prazo podem ser beneficiadas 

Não é surpresa que a prática de exercícios físicos representa benefícios não apenas para a saúde, mas também para a memória. Se exercitar melhora o humor, o processamento de informações e ainda faz com que você pense de maneira mais flexível. Mas será que a prática também afeta a memória? Estudos apontam que dependendo do tipo de memória, sim, é possível desenvolvê-la com exercícios físicos.


Para a memória de curto prazo, que inclui o que está em sua mente consciente agora e tudo o que você está fazendo com essas informações, o exercício físico é amplamente benéfico. De acordo com pesquisa realizada em 2011, após 30 minutos de prática de exercícios a memória das pessoas tem um aumento de velocidade, embora haja também uma queda de precisão.

Já no que se refere à memória de longo prazo, aquela que deixa pensamentos conscientes capazes de serem recuperados mais tarde, os efeitos do exercício físico são menos claros. Certos estudos apontam efeitos positivos, enquanto outros não indicam alteração alguma.

Entretanto, pesquisa recente realizada com jovens mulheres tentando aprender novas palavras enquanto realizavam exercícios em uma bicicleta ergométrica apontou que houve impulso na memória de longo prazo enquanto a experiência era realizada, mas o aprendizado não ocorreu depois.

A conclusão com isso é que o exercício deve ser de intensidade relativamente baixa, caso contrário o cérebro recerá muitos estímulos, fazendo com que os benefícios dejam perdidos.



quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Curiosidades: Os cinco sentidos – Quem leva a melhor, humanos ou animais?

O homem é um animal racional. Apesar de estudos já mostrarem que não é o único, mas temos que concordar que é o melhor de todos nesse sentido.
Porém, quando se trata de todos os outros sentidos, o homem deixa muito a desejar se comparado a outros animais.

Vamos conhecer as diferenças:
OLFATO
Não é a toa que os cães são treinados para rastreio de drogas, pessoas soterradas entre outros, pois a capacidade dos caninos em encontrarem o que procuram é de 75% de acerto. Veja o comparativo entre o home e outros animais:
HOMEM – 5 milhões de células olfativasCACHORRO – 300 milhões de células olfativasO MELHOR OLFATO: URSO – 4 Bilhões de células olfativas



AUDIÇÃO
Ninguém é páreo para os felinos no quesito audição. Gatos domésticos ouvem tão bem que sentem a presença de outros animais apenas pelas vibrações corporais. Quem tem um gato em casa sabe que o bichano sabe que o dono está chegando mesmo morando em apartamento.

HOMEM – 20 MIL HERTZGATO – 60 MIL HERTZA MELHOR AUDIÇÃO: BALEIA-BRANCA (OU BELUGA) – 123 MIL HERTZ


 VISÃO
Ninguém poderia imaginar, mas o papagaio tem mais receptores de cor nos olhos do que um humano. Além dos normais ele possui ainda um ultravioleta e tudo para ele é bem mais colorido do que para nós.
HOMEM – 3 receptores de corPAPAGAIO – 4 receptores de corA MELHOR VISÃO: CAMARÃO MANTIS – 12 receptores de cor



PALADAR
Um dos animais com melhor paladar é o porquinho-da-índia. Ele sim sente bem o gosto dos alimentos pois suas papilas gustativas são duas vezes maiores que a de um humano.
HOMEM – 9 MIL papilas gustativas
PORQUINHO-DA-ÍNDIA – 17 MIL papilas gustativasO MELHOR PALADAR: BAGRE – 27 MIL papilas gustativas




TATO
Não é nas patas que o elefante se compara ao homem em relação ao tato e sim na ponta da tromba. Essa é a parte do corpo onde se concentra o maior número de receptores nervosos. Nesse caso, somos muito parecidos com os paquidermes (que significa pele dura). Os receptores nervosos deles se concentram na parte do corpo usada para interagir com o mundo. Nos humanos as partes com maior concentração de receptores nervosos são as pontas dos dedos e a língua.

Fonte: Você Sabia

terça-feira, 26 de março de 2013

Qual é o seu grau de dependência do Facebook?

Uma leitura rápida no perfil de alguém no Facebook nos dá hoje a medida dos relacionamentos e do comportamento em sociedade. As relações que se estabelecem na rede virtual, justamente por serem fáceis, podem também ser frágeis. As ações não requerem muito mais do que um clique para deletar alguém da sua rede de relacionamentos, e isso parece mais simples e menos difícil de lidar do que o contato cara a cara, com todas as suas penosas interações.

 Porém, o que se faz virtualmente pode ter conseqüências reais, e não parece que as pessoas estão tendo a noção exata disso. Este mês, uma pesquisa da Universidade de Denver revelou que 40% das pessoas ouvidas evitam pessoalmente alguém que as tenha excluído do seu Facebook. E por que excluem? Os motivos são os mais simples, como excesso de posts, conteúdos irrelevantes, visões políticas ou religiosas conflitantes. Ou seja, por causa do comportamento nas redes sociais, o outro é riscado da nossa vida pessoal. Sem mais delongas, nem explicações, nem conversas. Nada de olho no olho, típico de uma amizade estável e madura. Trocando em miúdos, a interpretação é: se você me excluiu da sua rede no Facebook, é porque tampouco deseja ser meu amigo em carne e osso.

 Isso nos leva a outra pergunta: até que ponto o Facebook influencia nossas decisões, nosso modo de ser? Será o Facebook a lente através da qual temos visto o mundo? É pela internet que levantamos nossas bandeiras, sentados confortavelmente em nossos lares em vez de ir às ruas em protestos reais? É nos posts polêmicos que expomos nossos pontos de vista, comprando brigas com gente que nem conhecemos? É nessa rede social que medimos quem são nossos amigos de verdade?

 Sistemas complexos — Quem explica esse fenômeno das novas interações baseadas quase que exclusivamente no que se passa no mundo online é Niraldo Nascimento, doutorando em Ciência da Informação e professor do MBA em Modelagem de Sistemas Complexos da Universidade de Brasília. Segundo ele, as redes sociais podem ser comparadas a sistemas complexos, em que o mais importante é o volume de interações entre seus participantes, e não o número de membros. Em outras palavras, é através das mensagens trocadas que se pode analisar, inferir e até predizer comportamentos, utilizando ferramentas específicas.

Embora permitam às pessoas assumir traços de personalidade diferentes do mundo real, as redes no fundo funcionam de maneira parecida. “As pessoas passam a lidar com “avatares”, entes virtuais ou pseudo-personalidades, só que em outra dimensão. Na vida real, lidamos, igualmente, com personas, temos afetos, amores e desavenças”, diz Nascimento. E, da mesma forma, existem “jogos” de poder, persuasão, crítica, conivência, apatia, etc. – on e offline. Em resumo, dá para inferir que o comportamento nas redes sociais não está descolado do comportamento na vida real. Você pode até ser um “ente” no mundo virtual e outro diferente no mundo real, mas “ignorar os laços umbilicais inerentes ao comportamento humano em todas as esferas pode levar a falsas conclusões”, atesta o professor Niraldo Nascimento.
 Por isso, pense até que ponto você está sendo coerente com os seus comportamentos e relacionamentos no universo digital e no universo de carne e osso.

 Fonte: Exame.com

domingo, 12 de agosto de 2012

Sedentarismo causa dor nas costas

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Passar muito tempo sentado em frente à TV ou ao computador, vida sedentária e postura incorreta fazem com que as pessoas tenham dores nas costas cada vez mais cedo. O problema incomoda 34% dos jovens de 16 a 24 anos, segundo uma pesquisa realizada pela empresa Mintel, do Reino Unido. Os dados são do jornal Daily Mail.
O levantamento realizado com britânicos constatou que a proporção de jovens com dores na coluna é semelhante à dos aposentados, já que 38% dos voluntários com mais de 65 anos relatam o desconforto. Dois quintos dos britânicos de todas as idades sofrem de dor nas costas.
“Muito tempo sentado enfraquece o tônus muscular e isso pode levar a dor nas costas”, disse a porta-voz da empresa de pesquisa, Michelle Strutton. “Muitos jovens levam uma vida sedentária e a falta de esporte pode muito bem contribuir para a dor nas costas, bem como a má postura”, completou.
E essa dor nas costas podem causar futuramente grandes problemas para a sua saúde, então vamos nos cuidar desde agora, começando por sempre lembrar de fazer alongamentos, e procurar algum exercício que você se identifique.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Soluços, Dores e Estalos… De Onde eles Vêm?



1 Por que ao comer alimentos gelados a cabeça às vezes dói?

Esses alimentos causam um superestímulo nos nervos do céu da boca, mas a sensação de dor vem da cabeça porque é lá que está a matriz nervosa. Os especialistas dizem que os indivíduos que sofrem deenxaqueca estão mais propensos a sentir esse tipo de dor. Eles ensinam também que, para reduzir o impacto dos alimentos gelados no sistema nervoso, a melhor tática é ingeri-los a uma velocidade mais lenta.

2 O que causa o soluço?

Os cientistas concluíram que os casos mais comuns de soluço  se originam de quatro situações: comida em excesso, ingestão de álcool, estado de agitação e stress. Elas tendem a provocar duas reações concomitantes no corpo: levam a um hiperestímulo do nervo responsável pelo comando do diafragma, que por sua vez passa a se contrair de forma descontrolada, e fazem a glote (aquela parte da laringe onde as cordas vocais estão localizadas) se fechar. O resultado dessas alterações físicas é o soluço. Para livrar-se dele, os especialistas não sugerem nada além de velhas soluções caseiras: segurar a respiração ou beber água gelada.

3 Por que o número de pessoas doentes é maior no inverno?

Há duas explicações para esse fenômeno. A primeira é que no inverno as pessoas tendem a permanecer em casa, onde a circulação de ar é mais restrita do que nos ambientes abertos. A probabilidade de se tomar contato com algum vírus nesse tipo de situação é naturalmente maior. A segunda razão para a incidência de mais doentes no inverno é que o ar se torna menos úmido nessa época do ano, o que faz secar as vias nasais. Segundo os especialistas, com isso as pessoas ficam mais vulneráveis a uma invasão viral.

4 Por que as pálpebras tremem involuntariamente?

A tremedeira descontrolada das pálpebras é resultado de uma falha na transmissão dos impulsos nervosos que chegam aos músculos ao redor dos olhos. Os especialistas afirmam que tal sintoma está quase sempre relacionado a stress, fadiga ou insônia – e desaparece sozinho. Em raros casos, o tremor freqüente das pálpebras pode sinalizar algo mais sério, como a esclerose múltipla ou a presença de um tumor.

5 Por que as mulheres têm as mãos e os pés mais frios do que os homens?

A explicação é que os nervos responsáveis pelo controle da corrente sanguínea nas mãos e nos pés são mais sensíveis nas mulheres do que nos homens. Na prática, quando a temperatura ambiente cai, os vasos sanguíneos femininos se contraem mais, o que dificulta a circulação nas extremidades do corpo. Outro fator que ajuda a esclarecer a questão é que as mulheres apresentam pressão sanguínea mais baixa do que a dos homens. Quando faz frio, a pressão delas cai ainda mais. Isso provoca um redirecionamento do sangue para os órgãos vitais. O resultado é que os pés e as mãos ficam menos irrigados de sangue e, portanto, mais gelados.

6 Por que os lábios tendem a afinar quando envelhecemos?

Isso acontece porque a produção natural de colágeno – proteína que dá sustentação à pele e confere aos lábios o efeito “carnudo” – se reduz gradativamente conforme os indivíduos ficam mais velhos. Um fator que acelera a perda de colágeno, e que contribui para o afinamento dos lábios, é a exposição freqüente aos raios ultravioleta do sol. Segundo os dermatologistas ouvidos por VEJA, a melhor maneira de evitar isso é usar um protetor labial com filtro solar.

7 Por que os adolescentes dormem até mais tarde?

Uma das principais teorias para esse fenômeno é que na adolescência a melatonina – hormônio que regula o ciclo do sono – passa a ser liberada mais tarde, por volta das 21 horas, e não no princípio da noite, como ocorre com as crianças. Isso faz com que muitos jovens tenham dificuldade de adormecer antes das 23 horas. Como nesse estágio da vida o período médio de sono é de nove horas, os adolescentes compensam dormindo mais pela manhã. Outra teoria sobre o assunto avança no campo sociológico: segundo ela, os jovens acordam mais tarde como resultado de uma profunda mudança de hábitos nessa fase da vida.

8 Por que o cotovelo dá choque?

A origem dessa sensação vem de um nervo espesso e bastante sensível que reveste os ossos do cotovelo. Trata-se do nervo cubital. Ao ser estimulado – quando o cotovelo bate em uma mesa, por exemplo –, ele produz a sensação de choque e, às vezes, de dor. A incidência do “choque no cotovelo” é maior entre os magros. A razão é que eles têm menos gordura na região para amortecer a pancada e com isso evitar que o nervo cubital seja atingido.

9 Por que há pessoas com dentes mais brancos do que outras?

O tom dos dentes é determinado pela herança genética de cada um, da mesma forma como a cor dos olhos ou a dos cabelos. Há, no entanto, fatores externos que contribuem para o escurecimento dos dentes. Os cientistas concluíram que o consumo freqüente de alguns líquidos – como café, chá, refrigerantes e vinho tinto – faz aumentar a probabilidade de os dentes se tornarem mais escuros. O mesmo acontece em relação ao cigarro. Em alguns casos, uma limpeza odontológica pode ajudar a restabelecer a cor original dos dentes. Em outras ocasiões, é necessário o uso de um produto clareador ou de procedimento clínico específico para branqueá-los.

10 Por que as juntas estalam?

Pela falta de um lubrificante natural produzido nas cavidades que amortecem o contato entre os ossos. A ausência da tal substância faz com que as articulações fiquem grudadas. Ao se alongarem as juntas, elas se separam e produzem o som do estalo. Ao contrário do que afirma a crença popular, os cientistas asseguram que isso está longe de provocar doenças, como a artrite. Por outro lado, não tem efeito positivo para o corpo. A sensação de bem-estar que algumas pessoas descrevem após o estalo é psicológica – e não física.
Fonte: veja.abril.com.br

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Os 5 animais mais inteligentes do planeta


Inteligência
Dizem que, nós, seres humanos, somos os mais inteligentes do reino animal – se bem que, levando em consideração as intermináveis guerras, os danos causados ao planeta e a violência de modo geral, essa afirmação possa ser bastante questionada. Mas, além de nós, os chimpanzés, gorilas, orangotangos e outros primatas têm também cérebros já bastante sofisticados e praticam ações que demonstram um grau de inteligência bastante elevado. E fora os primatas, outras espécies parecem ser também bastante desenvolvidas. A lista é surpreendente:
1. O porco

Provavelmente você está surpreso, mas é isto mesmo: entre os animais domesticados pelo Homem, o porco é o mais inteligente do planeta. Por incrível que pareça, as pesquisas comprovam que as habilidades do porco chegam a superar as dos cachorros e gatos. Eles entendem como funciona um espelho, por exemplo. Numa experiência realizada há alguns anos, alguns porcos foram treinados para movimentar um cursor com os focinhos, numa tela de vídeo, e a diferençar imagens que já tinham visto, de outras que estavam vendo pela primeira vez. Eles foram mais bem sucedidos do que chimpanzés.

2. O polvo

Você se lembra daquele polvo, o “Paul”, do Aquário Marinho (Sea Life Centre) de Oberhausen, na Alemanha? Aquele que fez sucesso durante a Copa do Mundo, na África do Sul, acertando muitos resultados de jogos? Pois bem, está provado que, da mesma forma que os porcos são os animais mais espertos entre as espécies domesticadas, os polvos são os mais inteligentes entre os invertebrados. Testes com labirintos e resolução de problemas provaram que esses octópodes possuem memórias de fatos recentes e remotos. Eles conseguem abrir frascos, apertar parafusos e até pegar um sanduíche dentro de uma cesta. São os únicos invertebrados que são capazes de usar ferramentas. Alguns foram vistos pegando cascas de coco e transformando-as em abrigos.
3. O corvo
“Nevermore!” (“Nunca mais!”) dizia essa ave, no poema “The Raven” (“O Corvo”), de Edgar Allan Pöe. Sim, o corvo é capaz de imitar o som de algumas palavras, como o papagaio. Em diversas lendas, o corvo aparece como um trapaceiro ou portador de maus presságios, mas, na realidade, eles são bastante inteligentes. Como os polvos, eles são capazes de usar ferramentas simples, armazenar alimentos para o inverno e memorizar experiências para uso em circunstâncias futuras. Um deles foi observado usando a folha dura de uma árvore, como se fosse uma faca, para fazer nozes caírem numa rua movimentada e serem esmagadas pelas rodas dos automóveis, para que eles pudessem comer as sementes. Notável, não? Eles também podem reconhecer pessoas e lembrar-se dos seus rostos durante anos.
4. Os golfinhos

Estes, com toda certeza, são um dos animais mais inteligentes de toda a espécie animal. Parece até que eles têm uma linguagem própria e, através dela, se comunicam entre si. Cientistas fizeram diversas tentativas para decifrar essa linguagem, mas, até agora, não obtiveram sucesso. Quem já viu esses cetáceos se exibindo em aquários, sabe que eles são capazes de obedecer a inúmeros comandos dos seus treinadores. Há alguns anos, pescadores viram golfinhos arrancando pedaços de esponjas do mar e envolvendo seus narizes com eles, para evitar escoriações.
5. Os elefantes

Esses paquidermes extremamente inteligentes vivem em sociedades complexas, nas quais prevalece uma hierarquia e demonstram solidariedade com outros animais. As fêmeas, quando grávidas, reconhecem e comem certo tipo de erva que induz o parto. Usam ferramentas para diversas finalidades. Certa vez, um grupo de elefantes foi visto atirando pedras com as trombas em cercas eletrificadas para cortar a corrente. Por ocasião da morte de um membro do grupo, seguem rigorosos e complicados rituais fúnebres e costumam visitar os túmulos dos falecidos.
Inteligência & Instrução
Entre nós, humanos, é preciso fazer uma distinção entre a verdadeira inteligência e o simples raciocínio (instrução, memória, cultura ou erudição). Existem intelectuais estúpidos e analfabetos geniais e a recíproca é verdadeira. Inteligência é uma questão de sensibilidade de espírito e isso não se aprende na escola.

Fonte: Vocesabia